
Será que estamos preparados para sermos nós mesmos, com a alma despida dos preconceitos, medos e julgamentos? Conseguiremos caminhar pelas palavras sinceras sem nos ferirmos com espinhos ou escorregarmos na espuma da falsa brandura?
Um dia, um bom dia será simplesmente o desejo de um dia bom e não a expressão protocolar. A felicidade estará não em minha promoção, meu status ou nos elogios recebidos. Sonho com aquela manhã em que bastará olhar o sol pela janela e agradecer por cada amigo existir.
Aliás, ainda sonho fazer amigos com a pura intenção de sorrir na sua presença. De deixar o tempo passar suave como uma brisa de fim de tarde e compartilhar dos bons sentimentos sem, no entanto, esperar uma gota que não seja por pura sinceridade. Poderei dizer 'eu te amo' e ser verdadeiramente compreendido? Ou amar ainda será verbo intransitivo, exclusivo e excludente?
Se for, não verei o mesmo amor que criou os sorrisos, os olhares, o cantar de um pássaro ou a beleza da singularidade. Todo o mundo não passará de reflexos num espelho distorcido a nos aumentar o ego ou diminuir o moral.
Ainda assim, valerá a pena viver pelo simples prazer de aprender com cada pegada. Ora em desertos de solidão, ora em nuvens de esperança. De qualquer modo, sempre em passos de gratidão.
Rafinha,
ResponderExcluirTexto lindíssimo.
Grande reflexão.
Não deu para segurar as lágrimas.
Você é completamente Bhakti.
É assim que chamamos essas Grandes Almas completamente rendidas à Deus e que agem com a Grandeza e a Pureza do coração.
Citando o Grande Mestre, Professor Hermógenes, que trouxe o Yoga para o Brasil e que ontem comemorou 89 anos.
Tranquilize-se em Deus.
Entregue-se incondicionalmente a Deus, Deus proverá.
Namastê !
Deus que está em mim saúda
Deus em você.
Adorei seu blog!
ResponderExcluirParabéns!
Quando puder venha me fazer uma visita,
Bjs!
http://receitasdatatialves.blogspot.com/
Identifiquei-me quase que completamente. Sensatas palavras que também sinto.
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